

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante cerimônia oficial na Casa Branca, em meio a declarações sobre armamento militar e conflitos internacionais | Foto: Jonathan Ernst/ Reuters
03 de março de 2026 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país não dispõe, atualmente, do volume ideal de armamentos de ponta, mas garantiu que as Forças Armadas norte-americanas possuem estoques praticamente ilimitados de armas de médio e médio-alto alcance, capazes de sustentar conflitos prolongados.
A declaração foi feita em uma publicação na Truth Social, na qual Trump afirmou ter sido informado de que os Estados Unidos podem travar guerras “por tempo indefinido” utilizando esse tipo de arsenal, que, segundo ele, seria superior ao das principais potências militares do mundo.
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Na mesma publicação, Trump responsabilizou o ex-presidente Joe Biden pela redução dos estoques de armamentos de alta tecnologia. Segundo o republicano, o problema seria consequência direta das doações feitas pelo governo anterior à Ucrânia, durante a guerra contra a Rússia.
Trump afirmou que Biden teria enviado “centenas de bilhões de dólares em armamento” ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sem se preocupar com a reposição do arsenal norte-americano. Em tom crítico, o atual presidente comparou Zelensky ao empresário P. T. Barnum, fundador do circo moderno, conhecido historicamente por estratégias controversas de promoção e espetáculo.
Mais cedo, Trump também comentou a ofensiva militar dos Estados Unidos contra o Irã, classificando os ataques como a “última e melhor chance” de eliminar o que chamou de ameaça representada pelo regime iraniano. De acordo com ele, o conflito pode se estender por quatro ou cinco semanas, ou até mais.
Em sua primeira manifestação pública sobre a escalada militar, Trump declarou que os objetivos da operação incluem a destruição de mísseis iranianos, o desmantelamento da Marinha do país e a interrupção das ambições nucleares de Teerã, além do bloqueio ao financiamento de grupos considerados terroristas no Oriente Médio.
Durante uma cerimônia na Casa Branca, Trump afirmou não estar disposto a retomar negociações com o governo iraniano. Segundo ele, tentativas anteriores de acordo fracassaram repetidamente, levando os Estados Unidos a abandonar o diálogo diplomático.
O presidente também voltou a criticar o acordo nuclear firmado durante o governo de Barack Obama, afirmando estar satisfeito por ter retirado os Estados Unidos do tratado. Para Trump, o Irã teria tentado reconstruir seu programa nuclear e ampliado de forma acelerada sua capacidade de mísseis, o que, segundo ele, representa uma ameaça direta aos EUA, às bases militares no Oriente Médio e à Europa.
Segundo informações divulgadas por autoridades militares e repercutidas pela CNN Internacional, ao menos quatro militares norte-americanos tiveram mortes confirmadas em ataques recentes, enquanto outros 18 permanecem em estado grave após ações retaliatórias iranianas.
Trump afirmou ainda que forças norte-americanas já teriam destruído parte significativa da capacidade de produção de mísseis do Irã e afundado pelo menos dez embarcações militares iranianas. Ele reiterou que a guerra representa, segundo sua avaliação, a última oportunidade para neutralizar definitivamente o regime iraniano.
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