

Escombros e destroços cobrem um veículo destruído após um ataque com mísseis a um bairro da capital iraniana de Teerã | Foto: AMIR KHOLOUSI/ISNA/AFP
01 de março de 2026 — Os Estados Unidos confirmaram, neste domingo (1º), a morte de três soldados americanos durante uma operação militar no Irã. Segundo o Pentágono, outros cinco militares ficaram gravemente feridos, enquanto diversos soldados sofreram ferimentos leves provocados por estilhaços e concussões.
Em comunicado publicado pela central de comando das Forças Armadas dos EUA, o governo informou que “as principais operações de combate continuam” e que “os esforços de resposta estão em andamento”. As autoridades americanas afirmaram ainda que não divulgarão detalhes adicionais nem a identidade dos mortos antes da notificação oficial às famílias.
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As mortes ocorreram após um ataque coordenado realizado pelas forças armadas dos Estados Unidos e de Israel contra alvos estratégicos no Irã, no sábado (28). A ofensiva foi resultado de semanas de crescente tensão entre os países e atingiu instalações militares de alto escalão.
De acordo com informações divulgadas pela mídia estatal iraniana, os bombardeios resultaram na morte do líder supremo do país, Ali Khamenei, além de chefes militares ligados às Guardas Revolucionárias.
Em resposta aos ataques, o Irã lançou mísseis e drones contra alvos israelenses e bases militares dos EUA localizadas em países do Oriente Médio. Até a última atualização, Washington não confirmou oficialmente quais instalações foram atingidas nem a extensão total dos danos.
O governo iraniano classificou a ofensiva como um “crime” e prometeu retaliação. O presidente do país, Masoud Pezeshkian, decretou 40 dias de luto nacional e sete dias de feriado geral, destacando que a morte de Khamenei “não ficará impune”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em suas redes sociais que o líder supremo iraniano não conseguiu escapar dos sistemas de inteligência americanos, em cooperação com Israel. Segundo Trump, os bombardeios continuarão até que seja alcançada a “paz no Oriente Médio”.
Do lado israelense, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou que forças do país destruíram um complexo estratégico utilizado por Khamenei, reforçando a narrativa de que a ofensiva foi decisiva para enfraquecer a liderança iraniana.
Enquanto isso, a Guarda Revolucionária Islâmica divulgou nota prometendo dar continuidade ao que chamou de “legado de resistência” do líder morto, sinalizando que o conflito pode se prolongar e gerar novos desdobramentos militares e diplomáticos.
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