

a iniciativa defende a sustentabilidade, como a preservação do meio ambiente com o uso de materiais de descarte das indústrias para a produção das peças. | Foto: Divulgação/ Latam
Em sua jornada pela Sustentabilidade, a LATAM acaba de fechar a sua segunda parceria no Brasil para upcycling (reutilização criativa) de uniformes usados. Trata-se da Costurando Sonhos Brasil, de São Paulo. Em fevereiro deste ano, vale lembrar, a LATAM havia iniciado um projeto pioneiro no setor aéreo nacional e similar com a consultoria gaúcha Revoada, responsável até agora por transformar 25 toneladas de roupas da empresa. Inicialmente, a Costurando Sonhos Brasil vai transformar um primeiro lote de 5 toneladas. Como resultado imediato, os projetos combinados vão totalizar 30 toneladas de uniformes da LATAM reutilizados no Brasil de forma criativa em menos de um ano.
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Ao todo, a nova parceria da LATAM com a Costurando Sonhos Brasil contará com o trabalho de 70 costureiras moradoras de Paraisópolis, a segunda maior comunidade da capital paulista. O projeto nasceu para transformar a vida de mulheres vítimas de violência doméstica no bairro, que são capacitadas pela própria Costurando Sonhos Brasil. A iniciativa oferece a oportunidade de uma nova profissão e de uma fonte de renda por meio da atividade de upcycling (reutilização criativa).
O processo com os uniformes usados consiste em duas frentes: doação de peças em bom estado para pessoas da própria comunidade e desenvolvimento de uma coleção de roupas e acessórios. Nas duas frentes as peças são totalmente descaracterizadas e o viés central é a geração de impacto social positivo.
A iniciativa Costurando Sonhos Brasil é um negócio de impacto social, que em parceria com o G10 Favelas, promove o empoderamento feminino e a geração de emprego e renda às mulheres em situação de vulnerabilidade social e vítimas de violência doméstica, por meio da capacitação em corte e costura. Além disso, a iniciativa defende a sustentabilidade, como a preservação do meio ambiente com o uso de materiais de descarte das indústrias para a produção das peças, e a diversidade, com a inclusão de mulheres trans na capacitação de corte e costura para a inserção no mercado de trabalho.
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