

França, Espanha, Argentina e Inglaterra avançaram às semifinais e mantêm viva a disputa pelo título da Copa do Mundo de 2026 | Foto: AdobeStock
12 de julho de 2026 – As semifinais da Copa do Mundo de 2026 estão definidas com quatro seleções campeãs mundiais. França, Espanha, Inglaterra e Argentina continuam na disputa pelo título depois de uma rodada de quartas de final marcada por equilíbrio, prorrogações, polêmicas de arbitragem e atuações decisivas de alguns dos principais jogadores do torneio.
A composição quebra uma sequência histórica: pela primeira vez em 88 anos, uma semifinal de Copa reúne somente seleções que já conquistaram o Mundial. O cenário também confirma a força das equipes mais bem posicionadas no ranking internacional e encerra a possibilidade de um campeão inédito nesta edição.
A França enfrentará a Espanha em um duelo europeu de grande expectativa. Na outra semifinal, a Argentina, atual campeã, terá pela frente a Inglaterra. O confronto coloca Lionel Messi diante da única seleção campeã mundial que ele ainda não enfrentou em Copas.
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A França chegou à semifinal depois de eliminar Marrocos e confirmou a condição de uma das principais favoritas. A seleção combina experiência em grandes competições, profundidade de elenco e força ofensiva.
Kylian Mbappé segue como uma das referências do time e participa diretamente da disputa pela artilharia do Mundial. Sua velocidade e capacidade de finalização obrigam as defesas adversárias a manter atenção permanente.
A equipe francesa também conta com jogadores capazes de controlar o meio-campo e alternar ataques rápidos com períodos de posse de bola. Essa variedade tática tornou a seleção menos dependente de uma única forma de jogar.
A presença constante nas fases finais demonstra a estabilidade do projeto francês. Desde o trabalho de formação de jovens até a integração com clubes e centros de treinamento, a França construiu uma estrutura que produz talentos para diferentes posições.
A Espanha garantiu vaga ao superar a Bélgica e manteve a identidade baseada em domínio da bola, movimentação e pressão sobre o adversário.
A atual geração combina jogadores experientes com jovens que assumiram protagonismo. A equipe consegue circular a bola com velocidade, ocupar os espaços e criar superioridade numérica nos lados do campo.
O confronto com a França deverá colocar estilos diferentes frente a frente. Os espanhóis tendem a controlar a posse, enquanto os franceses possuem grande capacidade para explorar transições e ataques em velocidade.
A semifinal será também um teste para a defesa espanhola, que precisará evitar perdas de bola em zonas perigosas. Contra uma equipe com jogadores rápidos, qualquer erro na saída pode se transformar em oportunidade clara de gol.
A Argentina eliminou a Suíça depois de uma partida difícil, decidida na prorrogação. A atual campeã aproveitou a expulsão do atacante suíço Breel Embolo e marcou o gol da classificação no tempo extra.
A decisão da arbitragem gerou críticas da delegação suíça e repercussão internacional. A aplicação de uma nova interpretação do árbitro assistente de vídeo esteve no centro da discussão após o confronto.
Mesmo sem repetir em todos os jogos o futebol dominante apresentado em outros momentos, a Argentina demonstrou capacidade de resistência. A equipe administra momentos de pressão, mantém competitividade e conta com jogadores acostumados a partidas decisivas.
Lionel Messi permanece como principal referência técnica e emocional. Sua influência aparece nas cobranças de falta, na criação de jogadas e na capacidade de manter a equipe organizada nos momentos mais tensos.
A Inglaterra voltou a alcançar uma semifinal com um elenco formado por atletas que atuam nas principais ligas europeias. A seleção tenta conquistar o segundo título de sua história, depois da vitória de 1966.
Jude Bellingham assumiu papel central na campanha e ganhou destaque pela capacidade de atuar em diferentes áreas do campo. O meia aparece entre os jogadores mais valorizados do torneio e se aproximou de Mbappé nos rankings de desempenho divulgados durante a competição.
Harry Kane continua sendo uma referência ofensiva, embora tenha enfrentado oscilações ao longo do Mundial. A Inglaterra também possui jogadores rápidos pelos lados e um meio-campo capaz de combinar intensidade física e qualidade técnica.
O duelo contra a Argentina terá forte carga histórica. As duas seleções protagonizaram confrontos marcantes em Copas, incluindo partidas cercadas por rivalidade, polêmicas e momentos que entraram para a história do futebol.
A Inglaterra é a única seleção campeã mundial que Lionel Messi nunca enfrentou em uma Copa do Mundo. O encontro amplia o interesse em torno de uma semifinal que já seria naturalmente cercada por expectativa.
Messi participou de partidas contra Brasil, Alemanha, França, Espanha, Itália, Uruguai e outras seleções que já levantaram a taça, mas ainda não havia cruzado com os ingleses no principal torneio de seleções.
O jogo poderá representar uma das últimas grandes atuações do argentino em Mundiais. Aos olhos dos torcedores, cada partida adquire dimensão histórica pela possibilidade de despedida do jogador.
Para a Inglaterra, conter Messi será apenas uma parte do desafio. A Argentina possui um sistema coletivo experiente e jogadores que sabem controlar o ritmo das partidas eliminatórias.
A eliminação de Noruega, Suíça, Bélgica e Marrocos encerrou a possibilidade de uma seleção conquistar seu primeiro título em 2026.
A Noruega realizou campanha histórica e chegou às quartas depois de eliminar o Brasil. Erling Haaland foi um dos grandes nomes do torneio, mas a seleção não conseguiu superar a Inglaterra.
Marrocos confirmou que a campanha de 2022 não foi um episódio isolado. A equipe africana voltou a avançar e demonstrou organização, competitividade e capacidade para enfrentar potências tradicionais.
A Suíça igualou uma de suas melhores campanhas, enquanto a Bélgica voltou a chegar às fases decisivas com uma geração experiente.
Mesmo eliminadas, essas seleções contribuíram para um Mundial mais competitivo e reforçaram a redução da distância entre equipes tradicionais e emergentes.
A fase decisiva também mantém aberta a corrida pela artilharia. Mbappé, Messi, Bellingham e outros atletas classificados permanecem com possibilidade de ampliar seus números.
O desempenho individual pode ser determinante em partidas com pouco espaço. Em uma semifinal, defesas costumam atuar de forma mais cautelosa, e uma jogada isolada pode decidir a classificação.
Bolas paradas, cobranças de falta e pênaltis ganham importância. As comissões técnicas também precisam preparar os times para a possibilidade de prorrogação e disputa por penalidades.
As seleções chegam às semifinais depois de uma sequência intensa de jogos. O desgaste acumulado afeta velocidade, tomada de decisão e recuperação muscular.
Equipes com elencos mais profundos possuem vantagem para substituir jogadores sem perder qualidade. Atletas que entram no segundo tempo podem encontrar espaços maiores e adversários cansados.
As comissões médicas acompanham lesões, fadiga e recuperação entre as partidas. Uma decisão equivocada pode retirar um jogador importante do restante da competição.
O aspecto emocional também é decisivo. Pressão, expectativa e medo de cometer erros podem alterar o desempenho até mesmo de atletas experientes.
A Seleção Brasileira acompanha a reta final fora da competição depois da derrota para a Noruega nas oitavas. A eliminação representou a pior campanha brasileira desde 1990 e ampliou o debate sobre planejamento, formação de jogadores e modelo de jogo.
Enquanto as semifinalistas apresentam projetos relativamente estáveis, o Brasil inicia mais um período de avaliação. A Confederação Brasileira de Futebol terá de decidir como conduzir o ciclo até 2030 e quais mudanças serão necessárias.
A discussão envolve comissão técnica, categorias de base, calendário, integração com clubes, preparação emocional e desenvolvimento de jogadores em posições consideradas carentes.
O país continua sendo o maior campeão mundial, mas não conquista a Copa desde 2002. A distância de 24 anos sem título reforça a necessidade de substituir respostas imediatistas por planejamento de longo prazo.
França x Espanha
Fase: semifinal da Copa do Mundo de 2026
Argentina x Inglaterra
Fase: semifinal da Copa do Mundo de 2026
Os horários e locais devem ser confirmados na programação oficial da Fifa e das emissoras responsáveis pela transmissão.
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