

Posto de combustíveis da Petrobras em operação no Brasil, em meio a debates sobre a política de preços da estatal e impactos do mercado internacional de petróleo | Foto: Wagner Meier/Getty Images
05 de março de 2026 – A Petrobras reafirmou que sua política de preços tem como objetivo evitar o repasse imediato da volatilidade do mercado internacional de petróleo aos consumidores brasileiros. A manifestação ocorre em meio ao aumento das tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, situação que pode impactar o mercado global de energia.
Em nota oficial, a companhia informou que monitora diariamente os fundamentos do mercado internacional e possíveis reflexos para o Brasil, mantendo como princípio a prática de preços competitivos e a redução dos impactos de oscilações externas nos valores praticados no país.
Segundo a estatal, a estratégia busca preservar maior previsibilidade ao mercado interno e evitar reajustes frequentes nos combustíveis.
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De acordo com a Petrobras, a atual política de preços foi estruturada para reduzir oscilações bruscas que possam afetar diretamente os consumidores brasileiros.
A empresa destacou que acompanha constantemente o comportamento do mercado global de petróleo, avaliando fatores como oferta, demanda, logística e custos de refino.
A estatal afirmou ainda que suas condições operacionais permitem oferecer maior estabilidade de preços aos clientes, evitando a prática de reajustes diários que eram adotados em modelos anteriores de precificação.
O atual cenário internacional é marcado por instabilidade geopolítica no Oriente Médio, região estratégica para o mercado mundial de petróleo.
Especialistas apontam que conflitos envolvendo potências regionais podem gerar pressão sobre os preços internacionais da commodity. Mesmo assim, a Petrobras afirma que a nova política é especialmente relevante em períodos de alta volatilidade.
A companhia também informou que, neste momento, não há risco de interrupção nas operações de importação ou exportação de petróleo.
Segundo a empresa, existem rotas alternativas fora das áreas diretamente afetadas por conflitos, o que garante maior segurança logística e competitividade nas operações.
Essa estratégia, de acordo com a Petrobras, contribui para preservar as margens operacionais e garantir continuidade no abastecimento do mercado brasileiro.
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