

Pesquisa da MaxiFrota aponta aumento de 22,2% nos gastos das empresas com abastecimento no primeiro semestre de 2026. | Foto: reprodução
04 de agosto de 2026 – Os gastos das empresas brasileiras com abastecimento de frotas cresceram 22,2% no primeiro semestre de 2026, segundo levantamento nacional realizado pela MaxiFrota. A pesquisa, que ouviu 1.300 empresas de diferentes portes e segmentos, também registrou aumento de 12,5% no gasto médio por transação e de 8,7% no número de abastecimentos em comparação com o mesmo período anterior.
O estudo mostra que a alta dos custos tem sido impulsionada principalmente pela volatilidade dos preços dos combustíveis e pelo perfil de consumo das operações, reforçando a importância de estratégias de gestão para reduzir desperdícios e aumentar a eficiência.
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De acordo com a MaxiFrota, empresas que adotam uma gestão estruturada de abastecimento podem alcançar uma economia de até 20% nas despesas com combustível.
Segundo a empresa, os resultados são obtidos por meio de controles capazes de identificar desperdícios, irregularidades, abastecimentos fora do padrão e comportamentos que elevam os custos operacionais. O potencial de economia varia conforme as características e o nível de maturidade da gestão de cada operação.
A pesquisa aponta que a oscilação dos preços dos combustíveis foi o principal fator responsável pelo aumento do gasto médio no período.
Além disso, aspectos como tipo de frota, volume abastecido e intensidade de utilização dos veículos também influenciaram os custos. A ausência de tecnologias de monitoramento e de processos estruturados pode ampliar esse impacto ao dificultar o controle do consumo e a identificação de desvios.
Para o CEO da MaxiFrota, Paulo Guimarães, o maior potencial de economia está na eficiência da operação.
“Não basta descobrir uma inconsistência depois que o abastecimento já foi pago. Quanto mais cedo o gestor identifica um comportamento fora do padrão, maior é sua capacidade de impedir que aquilo se transforme em prejuízo. É nesse ponto que uma gestão mais estruturada pode transformar custos em eficiência”, afirma.
Diante do aumento dos custos operacionais, cresce a procura por soluções que integrem informações sobre abastecimento, manutenção, telemetria, pedágios e demais despesas das frotas corporativas.
A MaxiFrota destaca que sua plataforma permite configurar regras específicas para cada operação, considerando fatores como tipo de veículo, motorista, horário de abastecimento, combustível utilizado, capacidade do tanque, rotas e estrutura hierárquica das empresas.
Segundo Paulo Guimarães, a flexibilidade da tecnologia é um diferencial para atender diferentes perfis de negócios.
“Cada operação possui desafios próprios. Uma empresa pode precisar controlar rotas e condutores; outra, orçamento, hierarquias ou centros de custo. Por isso, além de robusta, a tecnologia precisa ter flexibilidade para acompanhar essas necessidades. A ferramenta deve se adaptar aos desafios da operação, e não obrigar a operação a se limitar à ferramenta”, explica.
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