

Medidas de apoio a exportadores brasileiros | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
16 de agosto de 2025 – O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou neste sábado (16), em Brasília, que as medidas do Plano Brasil Soberano para apoiar empresas exportadoras brasileiras não causarão impacto fiscal negativo.
Segundo Alckmin, o socorro aos exportadores afetados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos não significa novos gastos para o governo federal, mas apenas a antecipação da devolução de recursos que já pertencem às empresas.
“O que estamos fazendo é antecipando algo que vai ser devolvido; recursos que não pertencem ao governo”, destacou o vice-presidente durante visita a uma concessionária de automóveis para acompanhar os resultados do programa Carro Sustentável, que reduz o IPI de veículos mais ecológicos.
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A Medida Provisória do Plano Brasil Soberano, enviada ao Congresso, reúne ações de apoio aos exportadores brasileiros e de proteção aos trabalhadores afetados pelas sobretaxas norte-americanas. O pacote prevê cerca de R$ 30 bilhões em compensações para o setor.
Entre os principais mecanismos estão:
De acordo com Alckmin, essas medidas fortalecem a competitividade das empresas brasileiras no comércio exterior sem comprometer o equilíbrio das contas públicas.
A medida provisória já está em vigor, mas precisa ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias. Alckmin reforçou a importância da tramitação rápida para garantir segurança às empresas exportadoras.
“Temos a expectativa de que isso seja feito rapidamente. O Congresso tem um papel importante a cumprir, que é o de dar uma resposta rápida ao setor produtivo”, declarou o vice-presidente.
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Tags: Alckmin, exportações brasileiras, tarifas dos EUA, impacto fiscal, Plano Brasil Soberano, drawback, reintegra, economia brasileira, comércio exterior, governo federal