

Caito Maia, dono da ChilliBeans | Foto: divulgação
17 de agosto de 2025 – O fundador e CEO da Chilli Beans, Caito Maia, se pronunciou após a repercussão da decisão da marca de abandonar o dólar americano em negociações com a China. Segundo o empresário, a medida tem caráter exclusivamente comercial, voltada à redução de custos e ao fortalecimento das relações diretas com fornecedores chineses.
“Não levem para o lado político. A decisão foi tomada para não repassar aumentos ao consumidor”, afirmou Maia em vídeo publicado nas redes sociais. Ele destacou que o uso do renminbi, moeda oficial da China, garante maior previsibilidade cambial e amplia a autonomia da Chilli Beans nas transações internacionais.
>>>SIGA O YOUTUBE DO PORTAL TERRA DA LUZ <<<
A decisão da Chilli Beans ocorre em meio ao avanço da guerra comercial entre China e Estados Unidos, que tem levado diversas empresas a buscar moedas alternativas ao dólar em suas cadeias de fornecimento.
“Queremos que o uso do dólar não volte nunca mais”, declarou Maia em entrevista recente. “A ideia é que todas as transações com a China sejam diretas: moeda, compra e comércio.”
Com mais de 25 anos de parceria com fornecedores chineses, a empresa pretende consolidar as operações no mercado asiático com foco em eficiência, sustentabilidade e inovação.
Além da mudança monetária, a Chilli Beans acelera sua estratégia de expansão internacional. A marca já possui dez pontos de venda na Indonésia e planeja entrar no mercado chinês nos próximos anos.
O objetivo é atingir 3.200 lojas em cinco anos, parte delas em contêineres sustentáveis instalados em cidades pequenas, dentro do projeto Eco Chilli.
Atualmente, a Chilli Beans registra faturamento anual de R$ 1,4 bilhão e aposta em independência financeira, inovação e sustentabilidade para fortalecer sua presença global.
Leia também | Câmara deve votar projeto contra a adultização infantil nas redes sociais; oposição fala em censura
Tags: Chilli Beans, Caito Maia, dólar, renminbi, moeda chinesa, China, comércio internacional, guerra comercial, Estados Unidos, expansão global, sustentabilidade, Eco Chilli, mercado asiático, independência financeira