

Governo perde arrecadação com revogação do IOF, mas consumidores ganham fôlego | Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo
28 de junho de 2025 — A revogação do decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) trouxe mudanças significativas nas alíquotas cobradas, revertendo aumentos recentes e beneficiando diretamente consumidores e empresas. A decisão marca a terceira alteração nas alíquotas em pouco mais de um mês.
Segundo a Receita Federal, a queda na arrecadação estimada com a derrubada do decreto é de R$ 12 bilhões em 2025. Para os brasileiros, entretanto, a medida representa menores custos em operações de câmbio, crédito empresarial e investimentos em previdência privada VGBL.
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Como estava:
Como ficou:
Transações como importações, exportações e remessas de dividendos continuam isentas, já que não foram afetadas pelo decreto.
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Apesar da revogação parcial do decreto do IOF, o governo editou uma Medida Provisória (MP) que segue em vigor por mais quatro meses e busca compensar perdas na arrecadação com outros tributos:
Em 2026, o governo pretende implementar o fim da isenção de impostos para títulos privados (LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures) e elevar de 15% para 20% o IR sobre Juros sobre Capital Próprio (JCP).
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