

A primeira a subir no ringue foi Bia Ferreira, pela final da categoria 60 kg. A medalhista de prata nos Jogos de Tóquio venceu os três rounds diante da chinesa Yang Wenlu | Foto: Pavel Tabarchuk/IBA
O desfecho do torneio de boxe de Strandja, na Bulgária, foi o melhor possível para o esporte brasileiro. Abner Teixeira já havia garantido um bronze para o país e, neste domingo (26/02), Bia Ferreira e Keno Marley somaram mais dois ouros para o Brasil. Com isso, o boxe nacional alcançou sua melhor performance em 74 anos de história da competição.

A primeira a subir no ringue foi Bia Ferreira, pela final da categoria 60 kg. A medalhista de prata nos Jogos de Tóquio venceu os três rounds diante da chinesa Yang Wenlu e foi consagrada vitoriosa por decisão unânime dos juízes. Este foi o terceiro título da baiana em Strandja.
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Já Keno Marley teve pela frente um velho conhecido e recente carrasco. O equatoriano Julio Castillo havia derrotado o brasileiro na final dos Jogos Sul-Americanos em 2022, mas desta vez Keno se impôs, vencendo os dois primeiros rounds e sendo declarado campeão da categoria 92 kg também por decisão unânime dos juízes. Foi a primeira vez que um atleta masculino do país sagrou-se campeão em Strandja.
Com dois ouros e um bronze, o resultado em 2023 superou o de 2019, quando o Brasil voltou com um ouro e três bronzes.
Por Igor Santos Carneiro – Repórter da TV Brasil – Rio de Janeiro
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