

Segundo a PM de Minas Gerais, os alvos da investigação integravam uma quadrilha, que alugaram uma chácara em Varginha, para preparar uma ação no município. Na ação, 26 criminosos foram mortos. Com eles foram apreendidos armas, explosivos e outros materiais | Foto: Franco Júnior/G1
A Polícia Federal, em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado – GAECO/MPDFT, realizou nesta terça-feira (17/05) a Operação Restos da Maldade, no Distrito Federal e nos Estados de Goiás e Minas Gerais. O objetivo é combater uma quadrilha especializada no roubo de empresas de valores e carros-fortes, que se valia de vultuosas quantias obtidas para a prática de crimes de lavagem de dinheiro.
Os policiais federais cumprem seis mandados de busca e apreensão a fim de obter mais provas dos crimes cometidos. Os dois principais alvos da investigação estavam entre os mortos na operação policial que combateu assaltantes na cidade de Varginha/MG em 2021.
Os investigadores descobriram que os alvos adquiriam diversos imóveis de luxo em dinheiro vivo, faziam viagens para sofisticados resorts, criavam empresas de fechada e uma série de outros atos que tinham por objetivo ocultar e dissimular o patrimônio resultante de violentos assaltos pelo país.
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A operação da PF desta terça ganhou o nome de “Restos da Maldade”, em virtude do resultado de um confronto entre os criminosos com as forças policiais ocorrido em 31 de outubro de 2021, que terminou com 26 suspeitos de assaltos mortos na ação. Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), elas integravam uma quadrilha especializada em crimes de roubo e alugaram uma chácara em Varginha, para preparar uma ação no município.
Ainda de acordo com a corporação, os investigados trocaram tiros com os policiais. Com eles, segundo a PMMG, foram encontrados explosivos, armas longas ponto 50 e 10 fuzis, além de outras armas, munições, granadas, coletes e 10 veículos roubados.
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