
Polícia Federal deflagra nova fase da Operação Compliance Zero para investigar aplicações bilionárias do Rioprevidência em banco privado | Foto: gerada por IA
24 de maio de 2026 – A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (26), a oitava fase da Operação Compliance Zero para apurar possíveis crimes financeiros envolvendo aportes do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro, o Rioprevidência, em instituições ligadas ao Banco Master.
Cláudio Castro (PL-RJ) é um dos alvos da nova fase da investigação, que mira aplicações feitas pelo instituto em produtos financeiros de banco privado. Ao todo, segundo a Polícia Federal, são cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Rio de Janeiro e em Brasília.
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De acordo com a Polícia Federal, a investigação é um desdobramento da Operação Barco de Papel, que identificou aportes considerados suspeitos do Rioprevidência em Letras Financeiras de banco privado.
Ainda conforme a corporação, essas aplicações somaram cerca de R$ 970 milhões entre outubro de 2023 e julho de 2024. Nesta nova fase, os investigadores apuram aplicações de R$ 2,01 bilhões, realizadas a partir de julho de 2024, em fundos de investimento do mesmo banco.
Com isso, o total de recursos transferidos pelo Rioprevidência sob apuração chega a aproximadamente R$ 3 bilhões.
O caso envolve aportes relacionados ao Banco Master, instituição associada ao empresário Daniel Vorcaro. A apuração busca esclarecer as circunstâncias das aplicações, os responsáveis pelas decisões de investimento e a eventual ocorrência de crimes financeiros no âmbito do fundo previdenciário fluminense.
Em nota, a Polícia Federal informou que a ação desta terça-feira tem como objetivo avançar na coleta de documentos, registros e informações que possam auxiliar a investigação sobre os investimentos realizados pelo Rioprevidência.
“Na manhã desta terça-feira, 26/5, a Polícia Federal deflagrou a oitava fase da Operação Compliance Zero para apurar a possível prática de crimes financeiros no âmbito do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro – Rioprevidência.
Na ação de hoje, policiais federais cumprem 10 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, no Rio de Janeiro/RJ e em Brasília/DF.
A investigação é um desdobramento da Operação Barco de Papel que identificou aportes suspeitos do Rioprevidência em Letras Financeiras de banco privado que totalizaram cerca de R$ 970 milhões, entre outubro de 2023 e julho de 2024.
Nesta fase, apura-se aplicações de R$ 2,01 bilhões, a partir de julho de 2024, em fundos de investimentos do mesmo banco, totalizando cerca de R$ 3 bilhões transferidos do Rioprevidência”.
A Operação Compliance Zero ainda está em andamento, e as investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Federal. Até a conclusão do processo, os fatos apurados devem ser tratados como suspeitas em investigação, sem antecipação de culpa ou responsabilização definitiva dos envolvidos.
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