

Em comunicado oficial, o governo do Reino Unido informou que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e Bolsonaro conversaram nesta quinta-feira sobre a situação na Ucrânia | Foto: Viacheslav Ratynskyi/Reuters
O presidente Jair Bolsonaro disse, na noite desta quinta-feira (03/03), que o governo brasileiro vai manter posição de equilíbrio sobre o conflito entre Ucrânia e Rússia. Durante live semanal nas redes sociais, ele afirmou ainda que torce e que vai trabalhar pela paz entre ambos os países. 

“O Brasil continua numa posição de equilíbrio. Não temos a capacidade de resolver esse assunto. Nós torcemos e, no que for possível, nós faremos pela paz. A guerra não vai produzir efeitos benéficos para nenhum dos dois países, muito menos para o resto do mundo”, destacou.
>>>>>SIGA O YOUTUBE DO PORTAL TERRA DA LUZ<<<<<
Em comunicado oficial, o governo do Reino Unido informou que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e Bolsonaro conversaram nesta quinta-feira sobre a situação na Ucrânia.
“Os líderes concordaram com a exigência de um cessar-fogo urgente na Ucrânia e disseram que a paz tem que prevalecer”, destacou a nota. “O Brasil foi um aliado vital na Segunda Guerra Mundial e sua voz foi novamente crucial neste momento de crise”, disse Boris Johnson ao líder brasileiro, de acordo com o comunicado.
Ainda segundo o documento, Bolsonaro e o primeiro-ministro britânico concordaram com a importância da estabilidade global e falaram sobre a colaboração com questões como segurança e comércio.
O Palácio do Planalto e o Itamaraty ainda não se pronunciaram sobre a conversa.
Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Leia também | Rússia e Ucrânia concordam em abrir corredores humanitários para saída de civis
O Tribunal Superior Eleitoral registra número recorde de ações judiciais na eleição presidencial de 2026. Até 21 de outubro, foram contabilizados pelo menos 804 processos, envolvendo principalmente propaganda eleitoral, redes sociais, WhatsApp e inteligência artificial | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil