Equipes de resgates fazem buscas de sobreviventes em Bagcoc, na Tailândia | Foto: Manan Vatsyayana/AFP
Equipes de resgate seguem trabalhando intensamente em busca de sobreviventes após um terremoto de magnitude 7,7 atingir Mianmar, causando destruição também na Tailândia e na China. O tremor, considerado o pior a atingir a região em mais de um século, já deixou 1.700 mortos e milhares de feridos. Especialistas alertam que esse número pode aumentar à medida que as buscas avançam.
O epicentro foi registrado na região de Sagaing, próximo a Mandalay, segunda maior cidade de Mianmar. O abalo destruiu pontes, templos e edifícios históricos, deixando diversas áreas isoladas.
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Em Bangkok, capital da Tailândia, um arranha-céu em construção desabou, matando pelo menos 17 pessoas e deixando dezenas presas sob os escombros. Equipes de resgate trabalham para encontrar 80 desaparecidos.
Diante da catástrofe, ajuda internacional começou a chegar a Mianmar, país que já enfrenta desafios humanitários devido a um conflito civil prolongado. As autoridades locais temem que a liquefação do solo provoque mais desmoronamentos e agrave ainda mais a crise humanitária.
O terremoto ocorreu na sexta-feira (28) e foi seguido por tremores secundários, o mais forte de magnitude 6,7. De acordo com o Serviço Geológico dos EUA (USGS), o número final de vítimas pode ultrapassar 10 mil.
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