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O primeiro Encontro Nacional do Associativismo Luso-brasileiro teve início nesta quarta-feira (19), no espaço Beneficente Portuguesa – Dous de Fevereiro, em Fortaleza. A programação segue até esta quinta-feira (20). Inédita no país, a iniciativa foi organizada em parceria pela Câmara Brasil Portugal no Ceará, o Vice-Consulado de Portugal, a Sociedade Beneficente Dous de Fevereiro e o Conselho das Comunidades – Ceará e Piauí.
A abertura do evento contou com palestras de destaque, incluindo a do embaixador de Portugal no Brasil, Luís Faro Ramos, e do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário. Ambos abordaram os desafios e a relevância do associativismo para fortalecer as comunidades luso-brasileiras.
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Durante a abertura, Raul dos Santos Neto, presidente da Câmara Brasil Portugal no Ceará, ressaltou a importância da união: “Quanto mais unidos estivermos, maior será nossa força e representatividade, beneficiando tanto a sociedade luso-brasileira quanto a sociedade brasileira como um todo”. Patrícia Campos, diretora de comunicação da CBP Ceará, destacou a relevância do evento para fortalecer as relações comerciais entre Brasil e Portugal.
Francisco Brandão, presidente da Beneficente Portuguesa Fortaleza, também destacou a parceria entre as instituições para a realização do evento, enfatizando a participação de 16 estados de todo o Brasil. Ele antecipou que, nesta quinta-feira (20), será anunciada a data e o local do segundo Encontro de Associativismo Luso-brasileiro.
Carlos Lopes, presidente da Federação de Câmaras Portuguesas no Brasil, falou sobre o objetivo de harmonizar a relação entre os dois países: “Estamos aqui para construir uma jornada que, daqui a cinco ou dez anos, gere uma maior presença coletiva, sem personalismos”.
O embaixador Luís Faro Ramos reforçou a necessidade de renovar o associativismo para dar espaço a novos desafios. “O associativismo de hoje não é o mesmo de cem anos atrás. O mundo mudou, e é preciso que a forma de organização também evolua”, afirmou.
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, concluiu destacando a importância das associações para o futuro das comunidades. “O caminho para associações mais ativas e unidas, que trabalhem em rede, será decisivo para a continuidade e renovação desse movimento”, concluiu.
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