

Sindicato Seeaconce Apoia Luta dos Trabalhadores e Cobra Cumprimento de Acordo Firmado com a Reitoria | Foto: divulgação
14 de maio de 2025 – Nesta quarta-feira, 14 de maio, os trabalhadores terceirizados que atuam na Universidade Federal do Ceará (UFC) e são contratados pela empresa LDS paralisaram suas atividades em todos os campi da instituição em Fortaleza. A greve é uma resposta aos atrasos nos pagamentos de salários e direitos, como vale-transporte, vale-alimentação, cesta básica e parcelas do FGTS.
O Sindicato Seeaconce, que tem apoiado os trabalhadores nas últimas semanas, reafirma seu compromisso com a luta contra os sucessivos atrasos nos pagamentos. A situação se arrasta desde o início de maio, quando a UFC, em reunião com a vice-reitora professora Diana Azevedo, a empresa LDS e o Seeaconce, firmou o compromisso de regularizar os pagamentos até o dia 13 de maio. No entanto, o que deveria ser cumprido não foi concretizado: enquanto o salário de abril foi pago na segunda-feira, 12, os outros benefícios permanecem pendentes.
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A empresa LDS justificou o atraso alegando que recebeu apenas uma parte dos repasses da UFC, referente ao mês de fevereiro, não sendo capaz de honrar todas as pendências. Apesar de a Reitoria da UFC garantir que novos recursos foram liberados, o problema persiste e está se expandindo para outras áreas, como os trabalhadores terceirizados da empresa Floraste, que também estão com salários atrasados, principalmente aqueles responsáveis pela poda de árvores nos campi da UFC.
O Seeaconce continuará pressionando para que os pagamentos sejam realizados com regularidade e dentro do prazo estipulado, que é o quinto dia útil de cada mês. O sindicato parabeniza os trabalhadores que participaram ativamente das manifestações em defesa dos seus direitos.
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1 Comment
Vim adicionar ao conteúdo. Essa empresa vem fazendo igual na Universidade Federal do Amazonas, onde ela tem atrasado pagamentos de forma intermitente e ultimamente, não repassa aos funcionários, os benefícios descontados em contracheque, como Vale alimentação, transporte, não deposita FGTS e nem as cestas básicas. Essa empresa recebeu da universidade recurso para quitar rescisões trabalhistas de funcionários dispensados entre fevereiro e março, e simplesmente não os pagou, já acumulando multas de um salário pelo não pagamentos das rescisões e multas sobre atrasos de salários. Ela se esconde atrás do silêncio enquanto os funcionários acumulam dividas e outros prejuízos. Se não me engano ela já fez igual em outros órgãos