

Robinho era jogador do Milan e a vítima da violência foi uma mulher albanesa | Foto: Tony Gentile/Reuters
O jogador Robinho, que foi revelado pelo Santos e teve passagens pelo Milan, Real Madrid e seleção brasileira, sofreu um revés da Justiça, nesta quarta-feira (19/01). A Suprema Corte Italiana manteve a condenação do jogador a 9 anos de prisão pelo crime de violência sexual. A decisão é definitiva e não cabem mais recursos.
O crime foi no ano de 2013, quando Robinho jogava pelo Milan. Ele e um grupo de cinco amigos brasileiros se envolveram com uma mulher albanesa numa casa noturna. A noitada terminou em violência sexual coletiva.
O caso foi julgado na primeira instância no ano de 2017. A Justiça de Milão concluiu que Robinho e outros cinco brasileiros foram considerados culpados. Em 2020, a condenação foi confirmada em segunda instância.
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Hoje, Robson de Souza, o Robinho, mora no Brasil. A Itália poderia iniciar um processo de extradição em virtude da condenação definitiva, mas a Constituição brasileira impede a extradição de cidadãos do país.
Em 2020, ele chegou a assinar um contrato para voltar ao Santos, mas o acordo não vingou porque os patrocinadores do clube ameaçaram cancelar contratos com o clube em virtude da condenação por estupro.
O advogado italiano Franco Moretti classificou a decisão como “profundamente injusta”.
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