

o evento também ocorrerá de forma itinerante, contemplando os municípios de Caucaia, Fortaleza, Paracuru e Trairi. Toda a programação tem acesso gratuito.| Foto: Divulgação
Depois de dois anos em formato híbrido, devido à pandemia de COVID19, o Festival Internacional de Folclore do Ceará (FIFOLC) chega à sua 9ª edição este ano, com o retorno do público à plateia. O evento acontece de 10 a 13 de novembro. A abertura acontecerá no Pirata Bar e terá como palco principal a Praça Verde do Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado, gerido pelo Instituto Dragão do Mar (IDM), nos dias 11, 12 e 13 de novembro.
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Outra novidade é que o evento também ocorrerá de forma itinerante, contemplando os municípios de Caucaia, Fortaleza, Paracuru e Trairi. Toda a programação tem acesso gratuito.
Ao todo, em sua 9ª edição, o Festival Internacional de Folclore do Ceará recebe 14 Grupos de Dança de Projeção Folclórica, entre grupos cearenses, nacionais e de etnia. Receberemos 10 grupos do Ceará: Balé Folclórico Arte Popular, Companhia de Ritmos e Danças Populares (Cordapes), Cia. de Danças Populares Txai, Cia. de Dança Estrelas da Rua, Grupo de Tradições Cearenses (GTC), Grupo de Dança Tablado, Grupo Parafolclórico Vozes da Arte, Oré Anacã, Grupo Parafolclórico Xiquexique, e dentre estes um grupo homenageado nesta edição, o Grupo de Tradições Folclóricas Raízes Nordestinas.
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Ao todo, em sua 9ª edição, o Festival Internacional de Folclore do Ceará recebe 14 Grupos de Dança de Projeção Folclórica, entre grupos cearenses, nacionais e de etnia. Receberemos 10 grupos do Ceará: Balé Folclórico Arte Popular, Companhia de Ritmos e Danças Populares (Cordapes), Cia. de Danças Populares Txai, Cia. de Dança Estrelas da Rua, Grupo de Tradições Cearenses (GTC), Grupo de Dança Tablado, Grupo Parafolclórico Vozes da Arte, Oré Anacã, Grupo Parafolclórico Xiquexique, e dentre estes um grupo homenageado nesta edição, o Grupo de Tradições Folclóricas Raízes Nordestinas.

Os grupos nacionais e de etnia, este ano, serão 04 de três estados brasileiros: Böhmerlandtanzgruppe, do Rio Grande do Sul, Bacnaré – Balé da Cultura Negra do Recife, Pernambuco, Grupo Parafolclórico Frutos do Pará e Associação Cultural e Desportiva Trilhas da Amazônia, do Pará. Esses grupos trazem para o Festival toda a magia da cultura popular de suas regiões, apresentando toda a diversidade cultural que nosso país tem.
Nesta edição, na Terreirada dos Mestres teremos Mestre Zé Pio – Boi (Fortaleza) Mestra Mazé – Quadrilha (Caucaia), Mestra Mariinha da Ló – Pastoril (Paracuru), Mestre Moisés – Grupo de Coco (Trairi) Oralidade, Memória e História um bate-papo com o Mestre e/ou Mestras da Cultura, Tesouros da Cultura do Ceará.
O Festival traz uma programação plural e diversa, composta por apresentações artísticas, formações, vivências, oficinas e seminário. Além de diversas atividades com aspectos educativos, sociais e econômicos (do simbólico para as formas de sobrevivência).
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O Grupo de Tradições Folclóricas Raízes Nordestinas com 26 anos de atuação no Estado do Ceará, o produtor cultural e dançarino, Renato Remígio e o escritor, diretor, ator, Walden Luís, serão os homenageados da 9° edição do FIFOLC. As homenagens aos três se darão por suas trajetórias marcadas pela cultura popular nos palcos e bastidores, e acontecerá no Palco Principal – Praça Verde Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura no dia 11, ocasião em que serão agraciados com uma comenda honrosa.
O IX Festival Internacional de Folclore do Ceará é uma promoção do Instituto União de Arte, Educação e Culturas Populares, com realização da Encena Produções em parceria com as Prefeituras de Caucaia, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Instituto Dragão do Mar, Escola de Dança de Paracuru, Rede Cuca, Pirata Bar, Arupemba – Culinária Nordestina, Rede Agnus e Studio 4. Apoio cultural da Organização Internacional de Folclore e Arte Popular (IOV, Comissão Nacional de Folclore (CNF), Comissão Cearense de Folclore (CCF), Associação Txai Cultura e Arte, Fundação Santa Terezinha. Conta com o apoio institucional do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura – Secult/Ceará (Lei Estadual Nº 13.811 – Mecenato Estadual). Agradecimentos à Enel e Adel Coco.
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