

Plenário da Assembleia Legislativa do Ceará durante debates sobre o cenário político e as eleições para o Senado | Foto: reprodução
10 de fevereiro de 2026 — O ano político no Ceará começou em ritmo acelerado, com intensas movimentações nos bastidores partidários em torno da disputa pelo Senado Federal. Nas eleições deste ano, duas vagas estarão em jogo no estado, o que tem levado tanto a base governista quanto a oposição a trabalharem diferentes cenários e possíveis candidaturas, na capital e no interior.
As articulações ainda estão em fase inicial, mas já provocam debates e especulações entre lideranças políticas. Parlamentares ouvidos avaliam que o cenário local também estará diretamente ligado às definições do quadro nacional, fator que pode influenciar alianças, coligações e estratégias eleitorais.
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O deputado estadual Pedro Matos (Avante) comentou sobre as projeções em torno da chapa que poderá ser encabeçada pelo governador Ciro Gomes. Segundo o parlamentar, a tendência é de que nomes de peso integrem a disputa ao Senado.
“Eu vejo que a chapa que deverá ser encabeçada pelo governador Ciro Gomes deverá ter dois nomes bastante relevantes. Um é o Pastor Alcides Fernandes, que deverá ser senador pelo PL, e o outro pode ser o Capitão Wagner ou algum outro nome de partido que venha a aderir à oposição. Estamos aguardando essas definições. É claro que o cenário nacional também vai definir o que vai acontecer em nível local”, afirmou.
Já o deputado João Jaime Marinho (Progressistas) avaliou que ainda é cedo para confirmar candidaturas e defendeu cautela diante das especulações. Para ele, a definição dos nomes costuma ocorrer apenas no momento final das articulações políticas.
“A política leva essa decisão aos 45 do segundo tempo. Tudo o que está sendo falado agora é uma pré-campanha, um desejo. O que vai resolver mesmo é no afunilamento da última hora, quando serão escolhidos os candidatos”, destacou.
O parlamentar ressaltou ainda que o cenário pode incluir candidaturas independentes. “São duas vagas, além de partidos que podem lançar candidato ao Senado sem coligação com o governo ou até sem lançar governador. Então, hoje, qualquer análise é apenas um palpite. De concreto, até agora, não vejo nada”, concluiu.
Com o calendário eleitoral avançando, a expectativa é de que as próximas semanas tragam maior clareza sobre os nomes que efetivamente disputarão as cadeiras do Senado pelo Ceará.
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