

Petrobras anuncia nova redução no preço da gasolina | Foto: José Cruz/Agência Brasil
20 de outubro de 2025 — A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (20) uma redução de 4,9% no preço da gasolina A vendida às distribuidoras. O novo valor passa a valer a partir desta terça-feira (21), e o litro do combustível sairá das refinarias a R$ 2,71, o que representa uma queda média de R$ 0,14 por litro.
A gasolina A é o combustível puro produzido pela Petrobras antes de ser misturado ao etanol pelas distribuidoras, formando a gasolina comum que chega aos postos de combustíveis.
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Esta é a segunda queda no preço da gasolina anunciada pela estatal em 2025. A primeira ocorreu em 3 de junho, quando o valor foi reduzido em 5,6%. Com isso, o acumulado de reduções neste ano chega a 10,3%, equivalente a R$ 0,31 por litro.
Desde dezembro de 2022, a Petrobras registra uma queda acumulada de R$ 0,36 no preço da gasolina, o que representa uma redução real de 22,4%, considerando a inflação do período.
A empresa afirmou, em comunicado oficial, que a medida reflete a variação dos preços do petróleo no mercado internacional e a busca por equilíbrio entre os valores internos e externos, sem repassar integralmente as flutuações do câmbio e do barril de petróleo ao consumidor final.
A redução deve ter impacto direto no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação no Brasil, já que a gasolina é um dos itens com maior peso na composição do índice.
Economistas apontam que a medida tende a aliviar a pressão sobre os preços em diversos setores, especialmente transporte e alimentos, devido à influência do combustível no custo logístico.
No entanto, especialistas lembram que o preço final ao consumidor depende de outros fatores, como frete, mistura com etanol, carga tributária e margens de lucro das distribuidoras e postos.
A Petrobras informou que o preço do óleo diesel permanecerá inalterado. Desde março, o combustível passou por três reduções e acumula queda de 35,9% desde o fim de 2022.
O mercado segue atento aos próximos movimentos da estatal, que tem ajustado seus preços de acordo com a nova política de paridade interna, priorizando estabilidade e competitividade.
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