

De acordo com a PF, os mandados de prisão estão relacionados principalmente à Operação Tank, que tem como alvo o desmantelamento de “uma das maiores redes de lavagem de dinheiro já identificadas no Paraná” | Foto: divulgação/Polícia Federal
29 de agosto de 2025 – A Polícia Federal (PF) confirmou que oito pessoas continuam foragidas após a deflagração de três operações de combate à lavagem de dinheiro no setor de combustíveis. Das 14 ordens de prisão expedidas pela Justiça, apenas seis foram cumpridas, levantando a suspeita de vazamento de informações sobre as operações Quasar, Tank e Carbono Oculto.
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De acordo com a PF, os mandados de prisão estão relacionados principalmente à Operação Tank, que tem como alvo o desmantelamento de “uma das maiores redes de lavagem de dinheiro já identificadas no Paraná”.
Segundo o Ministério da Justiça, o grupo criminoso atuava desde 2019 e teria movimentado mais de R$ 23 bilhões, utilizando centenas de empresas ligadas ao setor de combustíveis, incluindo postos, distribuidoras, holdings, empresas de cobrança e até instituições de pagamento autorizadas pelo Banco Central.
Durante coletiva de imprensa, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, destacou que a baixa taxa de cumprimento dos mandados preocupa:
“O fato de apenas seis dos 14 alvos terem sido encontrados não é uma estatística normal das operações da PF”, afirmou.
A PF confirmou que até a manhã desta sexta-feira (29) o número de presos continuava em seis.
Paralelamente, a Operação Quasar foi deflagrada para desarticular uma organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta de instituições financeiras, que usava fundos de investimento para ocultar patrimônio de origem ilícita, com indícios de vínculos com facções criminosas.
Já a Operação Carbono Oculto teve como objetivo desmantelar um sofisticado esquema de fraudes, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, também ligado ao crime organizado.
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Tags: Polícia Federal, operação Tank, operação Quasar, operação Carbono Oculto, lavagem de dinheiro, setor de combustíveis, crime organizado, vazamento de informações, mandados de prisão, Andrei Rodrigues, Ministério da Justiça