

Sobrevivente é carregada para atendimento em Naypyidaw, capital de Mianmar | Foto: Getty Images
As autoridades de Mianmar confirmaram 1,7 mil mortes e 3,4 mil feridos, além de 300 desaparecidos. A Tailândia também foi afetada, com 17 mortos, 42 feridos e 83 desaparecidos, após o colapso de um arranha-céu em Bangkok.
As vítimas são, principalmente, de um terremoto de magnitude 7,7 que atingiu o centro de Mianmar na sexta-feira (28), segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Um novo tremor, de magnitude 5,1, foi registrado próximo a Mandalay na madrugada de domingo (30).
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Equipes de resgate enfrentam dificuldades para encontrar sobreviventes entre os escombros, enquanto a ONU alerta para a falta de suprimentos médicos. O país ainda corre risco de liquefação, fenômeno que pode comprometer a infraestrutura e intensificar os danos.
A liquefação é o processo pelo qual o solo saturado de água perde sua força e se comporta como um líquido durante terremotos, de acordo com o serviço americano.
“A liquefação desencadeada por este terremoto é estimada como extensa em gravidade e [ou] extensão espacial”, com mais de 1.000 km² podendo ser afetados, Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).
Se o solo sob um edifício passar por esse processo, isso pode causar grandes danos.
Além da liquefação, o USGS diz que também há um “risco significativo” de deslizamentos de terra.
Os tremores foram sentidos em países vizinhos, como China e Índia. A comunidade internacional já mobiliza ajuda humanitária para os locais atingidos.
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