

A Polícia procura identificar outros suspeitos ligados ao acusado do atentado. |Foto: PM/DF
O empresário bolsonarista George Washington de Oliveira Sousa disse, em depoimento à polícia neste domingo 25, que planejava ‘impor estado de sítio’ no País com a explosão de um caminhão de combustível próximo ao aeroporto de Brasília. A tentativa foi frustrada após falha técnica do detonador do explosivo e ação policial para desarmar a bomba. Ele foi preso ainda no sábado, 24/12.
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O depoimento, obtido e revelado pelo jornal Folha de S. Paulo, mostra ainda que plano foi traçado com o auxílio de outros manifestantes golpistas acampados em frente ao quartel do Exército em Brasília. A intenção do grupo, diz o homem, era ainda explodir parte das instalações elétricas na capital federal.
“Uma mulher desconhecida sugeriu aos manifestantes do QG que fosse instalada uma bomba na subestação de energia em Taguatinga para provocar a falta de eletricidade e dar início ao caos que levaria à decretação do estado de sítio”, contou Sousa no depoimento.
Ele foi preso após o motorista do caminhão identificar o explosivo no veículo. Segundo a polícia, o artefato só não explodiu por uma falha técnica na operação do detonador pelo bolsonarista. Sousa é empresário, morador do Pará e está capital federal ecoando pedidos de golpe para que Lula não assuma o poder.
O empresário tem registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), porém sua documentação estava irregular. Ele será autuado por porte e posse ilegais de armas de fogo, munições e artefatos explosivos e crime contra o estado democrático.
A Polícia procura identificar outros suspeitos ligados ao acusado do atentado.
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