As vacinas serão para aplicação da primeira (D1) e segunda (D2) doses | Foto: Tatiana Fortes/Governo do Ceará
Uma nova remessa de vacinas contra a Covid-19 desembarcou, neste sábado (31/07), no Aeroporto Internacional de Fortaleza. Às 10h30, chegaram 173.160 doses da Pfizer/BioNTech. Ao meio-dia, 143.200 doses da CoronaVac/Butantan. Enviados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), os imunobiológicos serão para aplicação da primeira (D1) e segunda (D2) doses.
Em publicação nas redes sociais, o governador Camilo Santana ressaltou que a remessa vai agilizar a vacinação dos cearenses contra a Covid-19.
“O lote foi um pouco menor do que o previsto inicialmente pelo Ministério da Saúde (319.960). O órgão informou que a quantidade será compensada nas próximas remessas. Essas vacinas, que serão utilizadas para D1 e D2, permitirão avançarmos no processo de imunização dos cearenses. É importante que todos fiquem atentos ao cadastro e às listas de agendamento nos municípios. Só com a vacinação em massa conseguiremos superar de vez essa pandemia”.
Camilo Santana, governador do Ceará
Os imunizantes foram encaminhados para a Central de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadim), da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa).
A distribuição para D1 será feita de forma proporcional aos municípios cearenses, em até 24 horas depois da chegada da remessa à Capital. O agendamento da vacinação é de responsabilidade de cada município. Até o momento, o Ceará soma 6.859.228 doses recebidas.
(Foto: Tatiana Fortes/Governo do Ceará)
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O Vacinômetro da Sesa registra que, até às 17 horas de quinta-feira (29), foram aplicadas 5,4 milhões de doses. Com isso, 3,8 milhões de cearenses receberam a D1 e 1,4 milhão, a D2, além dos 147.601 que foram imunizados com dose única da Janssen. Mais de 41% da população do Estado já recebeu pelo menos a primeira parte da imunização e 17% está com esquema vacinal concluído.
Em nota técnica, a Sesa recomenda aos viajantes que desembarcam no Estado oriundos de locais com circulação confirmada de novas variantes do coronavírus (principalmente a variante Delta, inicialmente identificada na Índia, mas já detectada em cidades do Brasil) que cumpram autoquarentena de 14 dias em isolamento.