

O resultado foi acima do PIB do Brasil, que registrou um crescimento de 3,2% para a mesma base de comparação. | Foto: Shutterstock O resultado foi acima do PIB do Brasil, que registrou um crescimento de 3,2% para a mesma base de comparação. | Foto: Shutterstock
O PIB do Ceará cresceu 3,38% no segundo trimestre de 2022. Os números são comparados com o mesmo período do ano passado. O resultado foi acima do PIB do Brasil, que registrou um crescimento de 3,2% para a mesma base de comparação. Os dados são do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece).
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Para o secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), Maia Junior, a economia cearense está mostrando resultados dos esforços em políticas públicas de desenvolvimento sustentável. “Com alegria estamos recebendo hoje os dados do PIB trimestral, divulgado um dia após o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). São dois dos nossos principais indicadores em crescimento e isso revela que estamos no caminho certo”.
O resultado positivo foi impulsionado pelo bom desempenho principalmente dos setores agropecuária, que cresceu 6%, e serviços, que registrou alta de 3,75% no Ceará. Em relação ao crescimento do segundo trimestre de 2022, comparado com o primeiro trimestre de 2022, o PIB do Ceará registrou um crescimento de 2,39%, enquanto o PIB do Brasil cresceu 1,2%.
No acumulado do ano até o segundo trimestre de 2022, no qual refere-se ao primeiro semestre de 2022, o PIB do Ceará registrou uma expansão de 2,89%, em comparação com o mesmo período de 2021, registrando um crescimento acima do PIB do Brasil (+2,5%) para a mesma base de comparação. Já para o acumulado nos quatro últimos trimestres, o PIB do Ceará cresceu 3,10%, enquanto o PIB do Brasil cresceu 2,6%
O PIB trimestral é um indicador que mostra a tendência do desempenho da economia cearense no curto prazo. Além do Ceará, mais dez estados brasileiros realizam o cálculo de sua economia trimestralmente, a saber: Alagoas, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.
Vale salientar que esses estados utilizam a mesma ponderação das Contas Regionais. É calculado com base nos resultados dos três setores, Agropecuária, Indústria e Serviços, e desagregados por suas atividades econômicas. É importante ressaltar que, como indica somente uma tendência de crescimento ou arrefecimento da economia, suas informações e resultados são preliminares e sujeitos a retificações, quando forem calculadas as Contas Regionais definitivas, em conjunto com o IBGE e as 27 Unidades da Federação.
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