

Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) | Foto: divulgação/Agência Brasil
16 de setembro de 2025 – O mercado de trabalho brasileiro registrou melhora significativa no trimestre encerrado em julho. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego caiu para 5,6%, o menor índice da série histórica iniciada em 2012.
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O total de desocupados chegou a 6,118 milhões de pessoas, o menor patamar desde o fim de 2013. Houve queda de 14,2% em relação ao trimestre anterior e de 16% na comparação anual.
A população ocupada atingiu recorde de 102,4 milhões de pessoas, representando 58,8% da população em idade ativa. Entre os empregados, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado chegou a 39,1 milhões, também o maior já registrado.
De acordo com o IBGE, os setores que impulsionaram a criação de empregos foram:
Na comparação com o mesmo período de 2024, destacaram-se ainda os setores de indústria (+580 mil), comércio (+398 mil), transporte e correio (+360 mil), serviços de informação (+480 mil) e administração pública (+677 mil).
A taxa composta de subutilização caiu para 14,1%, a mais baixa da série histórica, e o número de desalentados recuou para 2,7 milhões, queda de 11% no trimestre e 15% no ano.
Segundo o analista do IBGE, William Kratochwill, “os dados sustentam o bom momento do mercado de trabalho, com crescimento da ocupação e redução da subutilização da mão de obra”.
A taxa de informalidade ficou em 37,8%, abaixo do trimestre anterior (38%) e de 2024 (38,7%). Ainda assim, o número de trabalhadores sem carteira assinada e informais chegou a 38,8 milhões de pessoas.
O trabalho por conta própria também atingiu nível recorde, com 25,9 milhões de pessoas, alta de 1,9% em relação ao trimestre anterior e de 4,2% no ano.
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Tags: desemprego no Brasil, IBGE, Pnad Contínua, taxa de desocupação, mercado de trabalho, carteira assinada, formalização, subutilização, informalidade, empregos no Brasil, economia brasileira