

Primeira carga de milho transportada pela ferrovia Transnordestina chega ao Ceará e marca novo avanço logístico para a Tijuca Alimentos | Foto: divulgação
12 de janeiro de 2026 – O Ceará recebeu, pela primeira vez, uma carga de mercadorias transportada pela ferrovia Transnordestina. A operação histórica ocorreu na sexta-feira, 19 de dezembro, com o envio de 20 vagões carregados de milho destinados à Tijuca Alimentos, empresa especializada na produção e comercialização de frango, ovos e queijos em diversos estados do Nordeste.
A chegada da carga representa um marco para o setor logístico e para o agronegócio regional, fortalecendo o transporte ferroviário como alternativa estratégica para o escoamento de insumos e redução de custos operacionais.
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A primeira viagem transportou cerca de 1.000 toneladas de milho, com origem no município de Simplício Mendes, no Piauí. A carga seguiu pela Transnordestina até Iguatu, no Ceará, onde foi descarregada para posterior transporte rodoviário até a fábrica de ração da Unidade de Beberibe, pertencente à Tijuca Alimentos.
Para a etapa final da logística, a empresa mobilizou uma equipe de 20 carreteiros, preparados para garantir o deslocamento seguro e ágil da mercadoria até a unidade industrial.
A operação contou com a presença de representantes da Tijuca Alimentos, entre eles Marden, diretor financeiro e de operações; Marden Filho, responsável pelas compras de grãos e pela frota; e Elvis Leisson, gerente de frota da empresa.
Segundo Marden Filho, a chegada da carga pela ferrovia representa um avanço significativo para o planejamento logístico da companhia. “Receber mil toneladas de milho por meio da ferrovia é um avanço importante para o abastecimento da nossa fábrica de ração em Beberibe. Essa operação abre caminho para novas viagens e para um planejamento logístico mais seguro e eficiente no futuro”, destacou.
Pouco mais de uma semana após a primeira entrega, a Tijuca Alimentos já iniciou os preparativos para uma segunda operação via Transnordestina, ainda sem data definida. A expectativa é que o uso da ferrovia se consolide como alternativa permanente no transporte de grãos, contribuindo para maior previsibilidade, sustentabilidade e competitividade da cadeia produtiva.
A operação reforça o potencial da Transnordestina como eixo estratégico para o desenvolvimento econômico do Nordeste, conectando regiões produtoras a polos industriais e ampliando a eficiência do transporte de cargas.
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