

17 de dezembro de 2025. O Ministério da Saúde confirmou a identificação do primeiro caso de gripe K no Brasil. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a nova variante da influenza já registra aumento significativo de casos em regiões como América do Norte, Europa e Ásia, o que acendeu o alerta das autoridades sanitárias internacionais.
A gripe K é considerada uma evolução do vírus da influenza e vem sendo acompanhada de perto devido ao seu potencial de disseminação e às possíveis mudanças na resposta do organismo humano à infecção.
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A gripe K é uma subdivisão do vírus influenza A que apresenta uma nova proteína em sua composição. Essa alteração modifica a forma como o sistema imunológico reconhece o vírus, tornando o combate mais desafiador, já que o organismo não possui memória imunológica específica contra essa variante.
Segundo especialistas, trata-se de um processo comum na dinâmica dos vírus influenza, que sofrem mutações frequentes. Essas mudanças explicam, inclusive, a necessidade de atualização anual das vacinas contra a gripe.
Estimativas iniciais da OMS indicam que as vacinas atuais contra a influenza continuam oferecendo proteção importante, especialmente contra casos graves e hospitalizações, tanto em crianças quanto em adultos. No entanto, a eficácia total diante do aumento de casos durante o inverno no Hemisfério Norte ainda está sendo avaliada.
Mesmo diante da nova variante, a OMS reforça que a vacinação permanece essencial, sobretudo para pessoas com maior risco de complicações, como idosos, crianças, gestantes e indivíduos com comorbidades, além de seus cuidadores.
A vacina sazonal contra a gripe pode conferir proteção cruzada contra variantes geneticamente próximas e contra outras cepas do vírus incluídas na formulação anual.
Os vírus do subclado K passaram a ser observados com mais intensidade a partir de agosto de 2025 na Austrália e na Nova Zelândia e, nos últimos seis meses, já foram detectados em mais de 34 países.
Os sintomas da gripe K são semelhantes aos da gripe comum e incluem congestão nasal, coriza, tosse, febre, dor de cabeça, dor de garganta e sensação geral de mal-estar. Em caso de agravamento dos sintomas ou persistência do quadro, a orientação é procurar atendimento médico para avaliação e diagnóstico adequados.
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