

Ruy Ferraz Fontes | Foto: reprodução
16 de setembro de 2025 – O assassinato do ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, ocorrido na noite de terça-feira (16) em Praia Grande, litoral sul do estado, mobiliza uma força-tarefa policial. Segundo um coronel da cúpula da Polícia Militar, o crime foi “coordenado, planejado e com características táticas”, levantando a suspeita de participação do Primeiro Comando da Capital (PCC).
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De acordo com as primeiras informações, uma das linhas de investigação aponta para o envolvimento de uma liderança do PCC que deixou um presídio federal há cerca de um mês. Essa célula atua na Baixada Santista com modus operandi semelhante ao utilizado na execução do ex-delegado.
Fontes policiais afirmam que o grupo responsável por planejar execuções contra agentes de segurança, conhecido como restrita tática, possui cerca de 25 integrantes treinados para manusear explosivos e utilizar armamento pesado, como fuzis.
As apurações preliminares indicam que ao menos seis criminosos participaram da ação, incluindo os que estavam dentro de um carro, os responsáveis pelos disparos e aqueles que realizavam vigilância na região.
A polícia segue em diligências para identificar os executores e confirmar se a ordem partiu diretamente da facção criminosa.
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Tags: Ruy Ferraz Fontes, PCC, assassinato ex-delegado, Praia Grande SP, violência no litoral, segurança pública SP, Polícia Militar, Polícia Civil, facção criminosa, investigação policial