

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei foi morto no escritório onde trabalhava | Foto: West Asia News Agency)/Divulgação via REUTERS/Arquivo
01 de março de 2026 — O governo do Irã confirmou oficialmente a morte do líder supremo Ali Khamenei, ocorrida na manhã deste sábado (28), durante ataques aéreos atribuídos aos Estados Unidos. A informação foi divulgada inicialmente pela agência estatal Fars e confirmada por meios oficiais do regime iraniano.
Khamenei esteve à frente do país por quase quatro décadas, período marcado por forte repressão a opositores, centralização do poder e enfrentamentos diretos com potências ocidentais. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os bombardeios continuarão nos próximos dias, elevando o risco de uma escalada militar no Oriente Médio.
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Em comunicado, o gabinete do presidente Masoud Pezeshkian decretou 40 dias de luto nacional e sete dias de feriado geral em todo o território iraniano. A nota oficial descreve a morte de Khamenei como um “martírio” e classifica a ação como um “crime histórico”.
“Após o ataque brutal do governo criminoso dos Estados Unidos e do regime sionista, o líder supremo da Revolução Islâmica alcançou a grande graça do martírio”, afirma o texto divulgado pela mídia estatal.
Segundo a agência Fars, Khamenei foi atingido em seu local de trabalho, em Teerã, durante a ofensiva aérea registrada nas primeiras horas do dia.
Ali Khamenei assumiu o posto de líder supremo em 1989 e se tornou a figura central do sistema político iraniano, com autoridade máxima sobre o Judiciário, as Forças Armadas e os rumos estratégicos do país. Seu governo foi marcado por sanções internacionais, conflitos regionais e repressão a protestos internos.
A morte do aiatolá abre um período de incerteza política no Irã e intensifica a instabilidade geopolítica em uma região estratégica para o mercado global de energia.
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