

Livro conta a história da ACL. | Foto:Luciana Pires
O livro-reportagem “Academia Cearense de Letras (ACL) – Palácio da Luz – Entre Sombras e Clarões”, da Mestra em comunicação e jornalista cearense Andréia M.Rocha, é um mergulho profundo para além da história
dessa importante entidade literária.
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De maneira muito particular, a obra consegue transportar o leitor para o universo dos “imortais” e para dentro das paredes mágicas do Palácio da Luz, sede da ACL, no centro de Fortaleza (CE). “Morando há quase dez anos fora do Ceará, voltar à primeira versão desse material, produzido inicialmente como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), na graduação em Jornalismo, foi um caminho cheio de saudosismo e de resgate da minha cearensidade”, afirma Andréia.
Publicado no formato digital, o livro é também um instrumento que a autora encontrou de levar a história da primeira academia de Letras do Brasil para um público mais jovem adepto às novas tecnologias e que não está, necessariamente, inserido na esfera acadêmica, voltado para pesquisa. “Com a pandemia, o aumento da venda dos ebooks aumentou, somente em 2020, cerca de 80%, segundo pesquisa da Câmara Brasileira de Livros e Sindicato Nacional dos Editores de Livros. Por isso, escolhi o formato digital como uma forma de também ‘modernizar’ o material de pesquisa sobre a ACL e torná-la acessível, inclusive ao público que mora longe do Ceará.”, declarou.
Os capítulos do livro destacam os “imortais” cearenses e resgatam a essência da Academia, desde a sua concepção até os desafios enfrentados pela entidade, como “as sombras causadas pelo esquecimento e pela invisibilidade”. A obra ainda traz relação das academias de Letras de cada estado do Brasil, além de reflexões sobre o fazer jornalístico e literário.
Natural de Fortaleza-CE, Andréia M. Rocha é mestra em Comunicação, com graduação em Letras e Jornalismo. Os livros sempre foram companhia e, por isso, a paixão pela literatura acompanha a autora desde a infância.
Atualmente, é jornalista atuante e considera a escrita como seu ofício e refúgio, bem como a arte literária sua maneira particular de entender o mundo. Sua primeira obra é “Tudo o que não digo: escrevo”, uma coletânea de textos escritos em diferentes fases da vida que dialogam com a crônica e já mostram a profundidade de suas reflexões e do seu processo criativo.
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