

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) | Foto: REUTERS/Mateus Bonomi
01 de janeiro de 2026 — O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de prisão domiciliar humanitária apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Com a decisão, Bolsonaro permanece custodiado na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
O requerimento foi protocolado no STF na quarta-feira (31) e solicitava que a prisão domiciliar fosse concedida antes da alta hospitalar do ex-presidente, que passou por procedimentos médicos recentes. A análise e a decisão foram tomadas ainda na manhã desta quinta-feira (1º).
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No pedido encaminhado ao Supremo, os advogados afirmaram que as condições de saúde de Jair Bolsonaro poderiam ser agravadas caso ele permanecesse em regime fechado após deixar o hospital. Segundo a defesa, o período pós-operatório exigiria cuidados especiais incompatíveis com o ambiente prisional.
Os advogados também sustentaram que a permanência do ex-presidente na unidade da Polícia Federal representaria risco à sua integridade física e à recuperação clínica, o que justificaria a substituição da prisão por regime domiciliar de caráter humanitário.
Outro argumento apresentado foi a concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Fernando Collor de Mello em situação semelhante. A defesa afirmou que, assim como no caso de Collor, Bolsonaro enfrenta comorbidades e necessita de acompanhamento médico contínuo no período pós-operatório.
Apesar das alegações, o ministro Alexandre de Moraes entendeu que não estavam presentes os requisitos legais para a concessão da medida e manteve a custódia do ex-presidente na Polícia Federal.
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