

Rayan comemora gol do Vasco no jogo contra o Fluminense pela Copa do Brasil | Foto: André Durão
12 de dezembro de 2025 – O Vasco deu o primeiro passo rumo à final da Copa do Brasil ao vencer o Fluminense por 2 a 1, de virada, no Maracanã. A atuação marcou uma virada psicológica do elenco, que demonstrou maturidade, capacidade de reação e forte mentalidade competitiva. O desafio agora é manter o padrão e “entregar grandeza”, como pediu o técnico Fernando Diniz, no jogo de volta.
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Mesmo após uma reta final de Brasileirão marcada por oscilações e goleada sofrida na última rodada, o Vasco conseguiu virar a chave para o mata-mata. O favoritismo inicial do Fluminense não se confirmou. Com senso de urgência e intensidade coletiva, o time controlou o emocional e construiu um roteiro catártico para o torcedor.
O Tricolor dominou parte do primeiro tempo e abriu o placar após falha da defesa vascaína. Serna marcou aos 21 minutos, em cobrança ensaiada. Diferentemente do que ocorreu em outras partidas da temporada, o Vasco não se abalou emocionalmente. Manteve a concentração e evitou o descontrole mental que já havia custado pontos importantes no ano.
No segundo tempo, o cenário se inverteu. O jovem Rayan, em mais uma atuação de protagonismo, empatou logo aos quatro minutos após jogada de Andrés Gómez. Com a marcação encaixada, o Vasco anulou as construções curtas do Fluminense e passou a dominar o jogo.
A virada veio nos acréscimos, quando Rayan sofreu falta, cobrou rápido e permitiu que Gómez levantasse na área para Vegetti. O atacante, que carregava a dor da eliminação na semifinal da Copa do Brasil de 2024, marcou de cabeça e viveu um momento de redenção — comemorado pela torcida e pelo elenco.
A vitória de virada entra na lista dos grandes momentos do Vasco na temporada, ao lado das goleadas sobre Santos e Internacional. Mas a advertência de Diniz é clara: o time não pode repetir as oscilações que marcaram 2025.
O treinador reforçou que o elenco precisa aprender a manter consistência:
“O Vasco precisa aprender a ser grande e ser consistente. Entregar desempenho, entregar grandeza”, afirmou Diniz, que destacou ajustes necessários no encaixe de marcação, duelos individuais e bolas paradas.
A vantagem mínima não garante conforto. O confronto segue aberto, mas o time chega fortalecido mentalmente para o decisivo jogo de volta, acreditando que o caminho para a final está mais claro — por mérito próprio.
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