

Bandoleiro está disponível para audição no Spotify e em outras plataformas de streaming | Foto: Uirá Ferreira
Conhecida por sua diversidade nas referências rítmicas e por sua forte veia latina, a Academia da Berlinda resolveu se desafiar com uma novidade que promete ferver neste Carnaval. No Dia do Frevo, nesta quinta-feira (09/02), a banda olindense volta a lançar um novo trabalho autoral, o single Bandoleiro. A música é um reencontro com o público junto à energia carnavalesca, do povo na rua, da troca de energia e dos corações que estão livres para viver experiências. Uma canção que parece uma mistura de frevo, brega e reggae, mas um som que é a cara da Academia da Berlinda. Clique aqui e faça o pré-save para ouvir no Spotify.
Depois do último álbum Descompondo o Silêncio (2020), gravado no estúdio do produtor Kassin, no Rio de Janeiro (RJ), a Academia da Berlinda volta a produzir em casa, nas ladeiras de Olinda, e aproveita a energia da terra dos altos coqueiros para flertar com o ritmo carnavalesco mais importante de Pernambuco.
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“É a primeira vez que viajamos por essa estética. Depois que nos consolidamos com uma sonoridade própria, mais puxada para a dança de salão, tomamos a liberdade de trabalhar com o frevo também”, comenta Tiné, vocalista da banda.
A Academia da Berlinda cresceu ouvindo as orquestras olindenses nos ensaios para o Carnaval, vendo novos músicos se formarem dentro dos grêmios musicais e aprendendo a tocar instrumentos de sopro e percussão. Como forma de homenagem a toda essa história e ao retorno do Carnaval, a banda enfatiza o frevo e celebra esta grande festa com a nova música Bandoleiro.
“Quem mora em Olinda acompanha esse movimento no dia a dia e inevitavelmente, nós como músicos, também trazemos essas referências para a música que fazemos. O frevo, o maracatu e o coco são ritmos que utilizamos algumas vezes de forma incidental, outras como elementos de inspiração e diálogo dentro do nosso universo de criação”, ressalta Yuri Rabid, baixista da Academia.
Com o single Bandoleiro, a Academia da Berlinda e seus 19 anos de história está de volta à ativa e criação. Segundo Tiné, a banda tem várias formas de compor, mas uma que sempre deu certo é a de se juntar para ‘groovar’ e montar estruturas musicais, com a escrita desenvolvida ao mesmo tempo. “Fizemos a mesma coisa na composição de Bandoleiro. A única coisa que mudou nestes anos todos era que no começo a gente fazia as letras no caderninho, e hoje é tudo pelo celular”, brinca Tiné.
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Do Alto da Sé, aos Quatro Cantos de história, do Carmo à Ribeira de poesias, do Amparo ao Bom Sucesso de ritmos, Olinda é a raiz de toda vertente cultural e “pernambucanidade” da banda. Tudo começou em 2004, quando sete amigos de infância, criados nos quintais da Cidade Alta, decidiram mandar para berlinda suas experiências musicais.
Formada por Alexandre Urêa (voz e timbales), Tiné (voz, pandeiro e maraca), Yuri Rabid (baixo e voz), Gabriel Melo (guitarra), Hugo Gila (teclados), Irandê Naguê (bateria e percussão) e Tom rocha (percussão e bateria), O estilo marcante da banda é conhecido pela originalidade compilada nos discos Academia da Berlinda (2007), Olindance (2011), Nada Sem Ela (2016) e Descompondo o Silêncio (2020).

Lançamento de Bandoleiro, da Academia da Berlinda
Data: quinta-feira (09/02), Dia do Frevo
Clique aqui e faça o pré-save: www.show.co/ugK1MUK
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Ficha técnica de Bandoleiro:
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