

Vanderson Aquino, CEO do Mêntore Bank
25 de junho de 2025 – O Mêntore recebeu autorização oficial do Banco Central do Brasil (BCB) para operar sob supervisão direta do órgão regulador. A decisão, anunciada nesta semana, representa um marco para o setor financeiro e sinaliza uma nova etapa de maturidade regulatória para as fintechs brasileiras.
O processo de credenciamento foi baseado na apresentação da estrutura operacional e dos resultados da empresa, que demonstraram solidez, crescimento rápido e adoção antecipada de práticas de compliance e auditoria.
Segundo Nayara Sales, diretora de compliance do Mêntore, a trajetória da empresa foi considerada um case de inovação pelo Banco Central.
“Apresentamos um modelo de governança sólido, com parceiros como EY (auditoria interna), BDO (auditoria externa) e o escritório Pinheiro Neto na consultoria jurídica. Somos líderes em nosso conglomerado, que inclui o FIDC Mêntore, e essa estrutura nos preparou para a supervisão direta do BC.”
Para o CEO Vanderson Aquino, a autorização é resultado de uma visão estratégica que une inovação e responsabilidade:
“Ser reconhecido pelo regulador é uma conquista institucional. Estamos integrados ao Sistema Financeiro Nacional e prontos para uma agenda regulatória que já aplicávamos voluntariamente.”
A empresa já atuava como participante do Pix desde 2024, o que antecipou sua adaptação às exigências técnicas e de segurança. A autorização reforça o papel do Mêntore como um agente protagonista na nova fase do mercado financeiro digital.
A entrada do Mêntore em um ambiente regulado aponta para um novo padrão de credenciamento de fintechs no Brasil. O Banco Central tem adotado critérios mais rigorosos, priorizando empresas com estruturas robustas de governança, rastreabilidade, solvência e compromisso com boas práticas ESG.
Essa mudança, segundo analistas do setor, fortalece a resiliência do sistema financeiro nacional, reduz a atuação de operadores frágeis ou informais e eleva o grau de confiança institucional.
“Os agentes que conseguirem aliar tecnologia, inclusão e regulação terão papel central na próxima fase do setor”, resume Vanderson Aquino.
Leia também | Turista tropeça ao tentar fazer meme e danifica quadro de 300 anos em museu de Florença
Tags: Banco Central, Mentore, fintechs brasileiras, autorização do BC, sistema financeiro nacional, compliance, regulação financeira, FIDC Mentore, Pix, inovação financeira, ESG, supervisão regulatória, mercado financeiro digital, tecnologia e governança, fintech autorizada