

Super Bowl | Foto: Caleb Woods na Unsplash
08 de fevereiro de 2026 – Onze anos depois da final histórica de 2015, New England Patriots e Seattle Seahawks voltam a se enfrentar em um Super Bowl com clima de revanche e expectativa elevada. O duelo relembra uma das decisões mais marcantes da NFL, capaz de prender até quem não acompanhava o esporte de perto e transformar espectadores ocasionais em testemunhas de um capítulo inesquecível.
Naquela final, disputada em 1º de fevereiro de 2015, em Glendale, nos Estados Unidos, o equilíbrio, o ritmo intenso e um desfecho inesperado colocaram o jogo entre os mais comentados da história do futebol americano.
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Mesmo sem conhecer todas as regras do esporte, era impossível não sentir a tensão daquele Super Bowl. O placar apertado, as viradas constantes e a sensação de que qualquer lance poderia decidir tudo criaram um espetáculo raro, que extrapolou o público tradicional da NFL.
Patriots e Seahawks entregaram um jogo imprevisível, com alternância de domínio e personagens improváveis surgindo ao longo da partida, como o recebedor Chris Matthews, que brilhou pelo lado de Seattle.
Desde o primeiro quarto, nenhuma das equipes conseguiu se impor por muito tempo. Tom Brady conduziu campanhas eficientes pelos Patriots, enquanto Russell Wilson respondeu com jogadas rápidas e precisas. A cada avanço de um time, vinha uma resposta imediata do outro, mantendo o jogo aberto e emocionalmente intenso.
Esse equilíbrio constante impediu que a partida “esfriasse”, mantendo o público atento do começo ao fim.
No terceiro quarto, o Seahawks chegou a abrir vantagem de 24 a 14, mas o cenário ainda era de total indefinição. O tempo restante e a capacidade de reação dos Patriots mantinham viva a sensação de que tudo poderia mudar a qualquer momento.
A diferença curta no placar transformou cada posse de bola em um momento decisivo.
As pausas características do futebol americano não diminuíram a emoção. Pelo contrário, cada interrupção aumentava a expectativa pelo próximo lance. No último quarto, cada jogada passou a ter peso real, com campanhas longas e calculadas, enquanto o relógio pressionava os dois lados.
A reação dos Patriots se consolidou no último quarto, com Tom Brady assumindo o protagonismo. O quarterback liderou campanhas precisas, converteu descidas cruciais e recolocou seu time no jogo.
A virada veio nos minutos finais, com um passe certeiro para Julian Edelman na end zone, colocando os Patriots à frente pela primeira vez no segundo tempo.
O Seahawks ainda teve a chance de vencer. Com a bola na linha de uma jarda e poucos segundos no relógio, o cenário parecia favorável. No entanto, a escolha por uma jogada aérea mudou tudo.
Russell Wilson tentou um passe rápido pelo meio, mas Malcolm Butler antecipou a jogada e interceptou a bola dentro da end zone. Em segundos, a decisão estratégica transformou a chance de virada em título para os Patriots, selando um dos finais mais debatidos da história do Super Bowl.
Esse reencontro, agora em 2026, resgata toda essa memória e explica por que Patriots x Seahawks vai muito além de uma simples final: é a chance de reviver uma das maiores narrativas da NFL.
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