

Tesouro Nacional anuncia nova emissão de títulos em dólar para fortalecer a presença do Brasil no mercado internacional | Foto: reprodução
09 de fevereiro de 2026 – O Tesouro Nacional anunciou nesta segunda-feira (9) a emissão de um novo título soberano em dólares no mercado internacional, com prazo de 10 anos e vencimento em 2036. A operação também prevê a reabertura do título Global 2056, com prazo de 30 anos, ampliando a presença do Brasil na curva de juros em moeda estrangeira.
Segundo nota oficial, a iniciativa faz parte da estratégia do Tesouro de fortalecer a liquidez dos títulos soberanos brasileiros no exterior, além de criar referências para o setor corporativo e antecipar o financiamento de vencimentos em moeda estrangeira.
>>>SIGA O YOUTUBE DO PORTAL TERRA DA LUZ <<<
De acordo com o Tesouro Nacional, o objetivo da operação é dar continuidade à política de promoção da liquidez da curva de juros soberana em dólar no mercado internacional. A medida também contribui para oferecer parâmetros ao setor privado e reduzir riscos futuros relacionados a vencimentos externos.
A emissão do novo benchmark de 10 anos, com vencimento em 2036, amplia o leque de títulos disponíveis aos investidores internacionais, ao mesmo tempo em que reforça a previsibilidade da política de endividamento externo do país.
A operação será liderada por um consórcio formado pelos bancos HSBC, JP Morgan, Santander e Sumitomo. O resultado final da emissão deverá ser divulgado ao término do pregão desta segunda-feira, conforme informou o Tesouro.
A última operação semelhante ocorreu em novembro do ano passado, quando o governo brasileiro captou US$ 2,25 bilhões com títulos com vencimento em 2033, além de promover a reabertura de papéis de dez anos, com vencimento em 2035.
Leia também | Advogada que sobreviveu a incêndio fala sobre recuperação após alta
Tags:
Portal Terra Da Luz, Tesouro Nacional, títulos públicos, mercado internacional, dívida externa, títulos em dólar, Global 2056, títulos soberanos, economia brasileira, finanças públicas, política fiscal, mercado financeiro, juros internacionais, financiamento externo, Reuters, governo federal, investimento estrangeiro