

Deputada Martinha Brandão confirma que não conseguiu parar o veículo a tempo de evitar o acidente | Foto: reprodução
02 de fevereiro de 2026 – A deputada estadual suplente Martinha Brandão (Cidadania-CE) confirmou o atropelamento que resultou na morte da ciclista Geldiene Silva de Jesus, ocorrido no último sábado, 31 de janeiro, na Avenida Washington Soares, em Fortaleza. O acidente aconteceu nas proximidades do Centro das Tapioqueiras, no bairro Messejana, uma das áreas de tráfego intenso da capital cearense, e voltou a chamar atenção para os riscos enfrentados diariamente por ciclistas no trânsito urbano.
O caso se soma a um cenário cada vez mais preocupante nas grandes cidades brasileiras, marcado pela convivência entre carros, motos, bicicletas, patinetes elétricos e pedestres em vias nem sempre adaptadas a esse novo perfil de mobilidade. A combinação entre fluxo intenso, falhas de infraestrutura e imprudência pode resultar em tragédias, como a registrada no fim de semana em Fortaleza.
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De acordo com o Boletim de Ocorrência, registrado pelo irmão da vítima, Gilvan Silva, Geldiene Silva de Jesus teria sido atingida enquanto atravessava a avenida pela faixa de pedestres. Ainda segundo o relato, o corpo da ciclista foi arrastado por alguns metros após o impacto, o que evidencia a gravidade do acidente.
A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local, antes da chegada do socorro médico.

Martinha Brandão confirmou o atropelamento e informou que conduzia o veículo de placas RIL0H07 no momento do acidente. Segundo sua versão, a ciclista, que utilizava uma bicicleta elétrica, teria cruzado repentinamente a avenida pelo canteiro central, sem capacete. Martinha afirmou que não conseguiu parar o veículo a tempo de evitar o acidente
A deputada afirmou ainda que uma viatura da Guarda Municipal que trafegava pela região acionou imediatamente o Samu e os órgãos competentes. Ela também declarou ter realizado o teste do bafômetro, com resultado negativo. O caso segue sob apuração das autoridades.
Independentemente das versões apresentadas, a morte de Geldiene Silva de Jesus reforça um alerta urgente sobre o trânsito de Fortaleza e de outras grandes capitais brasileiras. O aumento do número de ciclistas e usuários de veículos elétricos exige mais fiscalização, respeito às leis de trânsito, redução de velocidade e investimentos em infraestrutura segura.
Especialistas defendem que a preservação da vida depende de responsabilidade coletiva. Atenção redobrada de motoristas, uso de equipamentos de segurança por ciclistas e planejamento urbano adequado são medidas fundamentais para evitar novos acidentes fatais.
A tragédia registrada na Avenida Washington Soares expõe, mais uma vez, que a mobilidade urbana precisa avançar com consciência, empatia e políticas públicas eficazes, para que o direito de ir e vir não continue sendo marcado por perdas irreparáveis.
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