

EUA impõem novas tarifas e Trump promete trazer de volta empregos e investimentos trilionários | Foto: Mark Schiefelbein/Copyright 2025 The AP
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a aquecer os ânimos na disputa econômica com a China ao classificar a guerra comercial em curso como uma “revolução econômica”. Em publicação feita neste sábado (5) na rede social Truth Social, o republicano garantiu que o embate com os chineses “não será fácil, mas o resultado final será histórico”.
“Nós venceremos. Aguarde resistente. Nós faremos a América grande novamente!”, escreveu Trump, reforçando seu lema de campanha.
A ofensiva de Trump começou na quarta-feira (2), apelidada por ele como “Dia da Libertação”, quando anunciou tarifas recíprocas a diversos parceiros comerciais. A China, principal alvo, foi acusada de impor uma taxa de 67% sobre produtos americanos, o que levou os EUA a responder com tarifa de 34% — movimento seguido por uma retaliação chinesa com impostos de importação da mesma magnitude.
As medidas de Trump entraram em vigor neste sábado, inicialmente com taxa-base de 10% para 126 das 185 nações atingidas. Já países como a China enfrentarão, a partir de quarta-feira (9), uma tarifa média de 54% sobre produtos exportados aos EUA.
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Segundo Trump, a China estaria sofrendo mais com o embate do que os EUA e afirmou que “não pode se dar ao luxo” de seguir por esse caminho. “Eles nos trataram de forma insustentável. Fomos o poste de chicote indefeso — mas não mais”, declarou.
O presidente também alegou que os EUA já teriam atraído mais de US$ 5 trilhões em investimentos com as políticas de recuperação industrial, e que mais negócios e empregos estão retornando ao país.
Apesar do tom agressivo, Trump sinalizou que está aberto à negociação com os países afetados, desde que tragam “algo fenomenal” aos Estados Unidos.
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