

Arrecadação federal ultrapassa R$ 2 trilhões entre janeiro e agosto de 2026, segundo dados divulgados pela Receita Federal. | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
23 de setembro de 2026 – A arrecadação federal acumulou R$ 2,019 trilhões entre janeiro e agosto de 2026, segundo dados divulgados pela Receita Federal. O resultado representa crescimento real de 7,12% em relação aos oito primeiros meses de 2025, já descontada a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Somente em agosto, a arrecadação federal chegou a R$ 235,5 bilhões. O resultado representa alta real de 8,25% na comparação com o mesmo mês do ano passado.
Do total arrecadado em agosto, R$ 227,8 bilhões foram administrados pela Receita Federal, considerando a exclusão de fatores não recorrentes e de alterações na legislação tributária.
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Segundo a análise divulgada pela Receita Federal, o desempenho acumulado nos oito primeiros meses do ano foi influenciado pelo aumento da arrecadação da contribuição para a Previdência Social, do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).
De acordo com o órgão, o avanço dessas receitas está relacionado, entre outros fatores, ao aumento das vendas no período.
Também contribuíram para o resultado a arrecadação do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).
Outro destaque em agosto foi a arrecadação do Imposto de Exportação incidente sobre o óleo bruto. A receita com o tributo alcançou R$ 1,9 bilhão no mês.
No acumulado de janeiro a agosto, a arrecadação desse imposto chegou a R$ 9,9 bilhões, contribuindo para o resultado geral das receitas federais no período.
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